Manaus

Covid-19

Em resposta ao MP, Prefeitura nega 'fura-fila' na vacinação

Ministério Público pediu o afastamento do prefeito David Almeida, da secretaria Shádia Fraxe e médicos.


Da Redação
22/02/2021 às 21h51min

- Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom


A prefeitura de Manaus emitiu uma nota sobre a Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado (MPE-AM), contra o prefeito de Manaus, David Almeida, a secretária municipal de Saúde, Shadia Fraxe, e dez médicos.

"A Prefeitura de Manaus esclarece que todos os atos foram realizados de forma correta e sem ilegalidade, e que eventuais desacertos serão esclarecidos na forma da lei e com total transparência", afirma a prefeitura.

Conforme a ação, há suspeitas de contratação irregular e da burla na fila de prioridades estabelecidas na campanha de vacinação contra covid-19 na cidade de Manaus.

"É imperativo reforçar que o prefeito David Almeida instituiu como ação de transparência, a Comissão de Apuração e Fiscalização do Plano de Imunização da Prefeitura de Manaus, para realizar, entre outros trabalhos, o levantamento de comportamentos inadequados de servidores. Ressalte-se ainda a não existência de prejuízos ao erário, nem enriquecimento de quem quer que seja, considerando que os envolvidos são profissionais que efetivamente trabalharam e cumpriram expediente legalmente", completa o executivo municipal.

De acordo com o Ministério Público, no transcurso das investigações veio à tona diversas denúncias e posts nas redes sociais de que vários profissionais que não trabalhavam na "linha de frente do combate ao Covid-19" foram imunizados antes que intensivistas, médicos, enfermeiros, agentes de limpeza e outros profissionais que trabalham em UTIs, salas rosas e outros ambientes com contato intenso e direto com pacientes Covid-19".

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