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Drama

Corpo de brasileira morta na fronteira dos EUA volta ao Brasil após 35 dias

Mulher teve fome e sede ao ser abandonada por um grupo de pessoas enquanto atravessavam fronteira ilegalmente
image Crédito: Reprodução/Redes sociais
Fonte: Portal Norte de Notícias - Há 2 semanas

O corpo da técnica de enfermagem Lenilda Oliveira dos Santos, de 49 anos, foi trazido de volta ao Brasil após 35 dias desde que foi encontrado em uma área desértica na fronteira entre Estados Unidos e México.

O translado foi dificultado pelo alto custo e pela burocracia, e a família da brasileira tinha feito um apelo por ajuda.

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O corpo da mulher sairá nesta quarta-feira de Ohio, onde foi feito um velório simbólico, para Whashington DC, e de lá será transferido para Guarulhos, em São Paulo, pela companhia aérea American Airlines.

O Instituto Médico Legal (IML) americano assinou na última quinta-feira, 14, o atestado de óbito como “causa pendente”. A brasileira teve fome e sede ao ser abandonada por um grupo de pessoas enquanto atravessavam a fronteira ilegalmente.

O translado deve custar US$ 11 mil e será custeado com o montante arrecadado por meio de campanhas online.

Após chegar ao Brasil, o corpo será transportado até Rondônia pela LATAM, por meio do programa Avião Solidário, iniciativa da companhia que disponibiliza transporte para causas humanitárias, e deve chegar à capital Porto Velho na tarde de sexta-feira, 22.

O velório está programado para o dia seguinte na quadra municipal de Vale do Paraíso, onde a família mora. Depois, ela será sepultada no município rondoniense de Ouro Preto, a cerca de 282 Km da capital.

 

O caso

Lenilda atravessou ilegalmente a fronteira entre o México e os Estados Unidos. Ela estava viajando com alguns conhecidos de Vale do Paraíso, em Rondônia, onde morava antes de tentar a travessia.

O grupo também estaria com um "coiote". Durante a caminhada, Lenilda começou a ficar desidratada e não conseguiu continuar. Ela foi abandonada pelos colegas e pelo "guia".

Enquanto esteve só, enviava áudios para a família. Nas mensagens, ela tentava mostrar otimismo e acreditava que seus colegas voltariam para buscá-la, conforme prometeram.

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