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Fábrica

Sem afetar Manaus, empresa LG explica o fim da produção de celulares em São Paulo

Multinacional também produz monitores na unidade paulista de Taubaté e, linha branca, na Zona Franca
image Crédito: Divulgação
Fonte: Da Redação - Há 1 semanas

Após anunciar o encerramento de suas operações no mercado de celulares e de que deve parar a fabricação de smartphones na unidade de Taubaté – SP, a  empresa sul coreana, LG, emitiu, na tarde desta segunda-feira, 5, uma nota explicando o motivo do fim da produção. 

Veja na íntegra a nota:  

Desde o segundo semestre de 2015, o nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de aproximadamente 4,1 bilhões de dólares (US) até o final de 2020. 

Depois de avaliar todas as possibilidades para o futuro do nosso negócio de celulares, o Headquarter Global decidiu por fechar esta divisão a fim de fortalecer sua competitividade futura por meio de seleção e foco estratégico.

Como uma companhia que valoriza profundamente a contribuição de cada funcionário, cliente e parceiro LG, nós comunicaremos de forma aberta e transparente durante este processo, buscando uma abordagem justa e pragmática, enquanto atendemos as obrigações jurídicas.

É com tristeza que compartilhamos esta notícia com os nossos clientes e parceiros que ao longo de todos estes anos nos demonstraram confiança e nos deram apoio.

A LG Electronics do Brasil agradece vocês e irá se concentrar fortemente em seus negócios de modo a continuar a fornecer produtos e serviços inovadores que tornarão a vida melhor”.

A fábrica em São Paulo também produz monitores o que não deve ser afetado com a decisão de hoje.

Já a fábrica da LG em Manaus  também não deve ser afetada. No Amazonas, são produzidos aparelhos de ar-condicionado, geladeiras e outros eletrodomésticos da chamada linha branca.

Desde o início do ano, a LG tentava vender a sua produção global de celulares da marca. No fim de março depois de fracassar nas negociações com uma empresa alemã e outra vietnamita, a empresa sul-coreana anunciou na imprensa internacional que iria fechar o setor em vez de vendê-lo.

A medida, em Taubaté, deve atingir diretamente 400 funcionários da área de celulares.

 

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