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Evento audiovisual

Filme manauara concorre a vaga de melhor curta-metragem do cinema brasileiro

Entre as discussões apresentadas em “Manaus Hot City” conceitos sobre a cidade, o calor e saudade se destacam
image Crédito: Divulgação
Fonte: Cine set - Há 1 ano

“Manaus Hot City” está na disputa por uma das vagas da categoria de Melhor Curta-Metragem de ficção do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021, organizado pela Academia Brasileira de Cinema. Caso consiga ser selecionada, a obra dirigida por Rafael Ramos será a primeira produção do Amazonas a concorrer a um dos maiores eventos do audiovisual do país.

Ao lado de “Manaus Hot City” na briga por uma das cinco vagas da categoria estão sucessos como o pernambucano “Inabitável“, da dupla Matheus Farias e Enock Carvalho, “República“, de Grace Passô, e “O Jardim Fantástico”, de Fábio Baldo e Tico Dias.

“Fico muito feliz que mesmo em um ano tão difícil como foi 2020 e como está sendo 2021, o cinema está se reinventando e alcançando tantos espaços, e por isso é uma grande satisfação que pessoas de várias regiões e, até fora do país consigam ter acesso ao filme, sem contar a felicidade de ter o curta ganhando destaque nacional em diversos festivais”, disse Rafael. 

Protagonizado por Frank Kitzinger, Maria do Rio e Vanessa Moraes, o curta-metragem com duração de 15 minutos aborda a amizade entre três amigos e como esta é afetada por uma descoberta transformadora. Entre as discussões apresentadas em “Manaus Hot City”, conceitos sobre a cidade, o calor e saudade se destacam, além de trazer locações conhecidas pelos moradores da região como a Balsa Amarela, a Feira Manaus Moderna e Praia de Açutuba.  

“Manaus Hot City é um filme totalmente independente, feito por uma equipe pequena, que agregou muito valor à vivência de cada um no projeto. Acredito que isso foi a maior potência do filme, e o que fez ele se destacar mesmo com poucos recursos. Fazer cinema hoje para mim tem a ver com isso, conhecer as pessoas com quem produzo, saber o que motiva cada um deles. O processo é muito mais importante que o resultado”, disse Rafael.

As gravações aconteceram em 2019 e é o primeiro projeto totalmente independente de Rafael Ramos fora da Artrupe Produções Artísticas. Coleciona passagens por eventos como Kinoforum, Vitória, Cine PE e o Festival Curta Cinema 2020.

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