image


Cultura

Waldir Santana utiliza técnicas da tecedura para criar obras de artes em Parintins

A ideia surgiu durante a crise financeira causada pela pandemia
image Crédito: Divulgação
Fonte: Da Redação - Há 3 semanas

O parintinense Waldir Santana reconhecido por defender o item pajé pelo Boi Caprichoso, naqual introduzia novos elementos nas apresentações do Festival Folclórico de Parintins, como a utilização de pirotecnia e o aprimoramento da dança tribal decidiu unir o útil ao agradável e construiu itens de decoração por meio da tecedura (macramê).

Waldir Santana iniciou a trajetória na confecção de artesanatos em seu ateliê foi um dos artistas contemplados pela Lei Aldir Blanc, explicou um pouco do processo de construção das obras. “As opções são variadas. É possível produzir tapetes, porta-garrafas, centro de mesas e luminárias, as que mais gosto. Uma obra de pequeno porte leva no máximo dois dias. A luminária leva uma semana e meia, principalmente quando varia da quantidade de nós utilizados. Tem o nó básico, o nó borboletinha, o zigue-zague, além de uma infinidade de técnicas. Depende muito do que está fazendo”, disse.

Waldir Santana conta que a ideia surgiu durante a crise financeira causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Com isso, ele vem conseguindo driblar as dificuldades por meio da arte. “Eu aprendi a técnica da tecedura aos 15 anos com minha mãe. Tive que buscar no passado o que sabia fazer de melhor. Poderia construir cocar e adereços, mas o mercado é muito grande em Parintins e tinha muita gente fazendo. Aí me lembrei do macramê. Não foi fácil e não está sendo fácil. Por meio dessa arte consigo fazer umas peças e tirar um lucro”, explica

Futuramente o artista deseja fazer uma oficina com técnicas de macramê aos figurinistas do Boi Caprichoso. Em 2022, caso aconteça o Festival de Parintins, ele vai realizar uma exposição com suas obras.

Tags